quinta-feira, 3 de novembro de 2011



Eu me refaço a cada minuto... Mesmo ao lembrar do inopinado sonho que veio me visitar esta noite... Sim, era você... Que falava e nem sei exatamente o que... Sua voz penetrava fundo, como se quisesse me deixar algo preso na memória, algo eterno e que somente ali poderia ser aludido... Como se o depois não estivesse ao nosso alcance... E como o frio que retira-nos o conforto do calor... Eu acordei... E mais uma vez, vi que talvez tenha sido oportuno o furor que adentrou o quarto... Barulho propício para que nada mais deleitoso, porém frívolo, pudesse me entorpecer... 
A noite hoje é minha rival... Seu conluio com o devaneio me atemoriza... Quero a desordem estrondosa lá de fora até raiar o dia... Só não posso adormecer... 


Li

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