domingo, 29 de abril de 2012

Não há como conceber o ”esquecer”
Nem possibilidade de caminhar para longe
Mesmo que a minh’alma grite sossego
A noite é arrefecida sem você…
O coração de bengala aguarda seu sorriso
Como se já tivesse sentido seu calor
E os meus lábios provado dos seus
No cheiro da pele adormecido…  
E as palavras escritas se mostrassem vivas
Ao ponto de não permitir que a distância volte e traga agonia…

Li