domingo, 29 de abril de 2012

Não há como conceber o ”esquecer”
Nem possibilidade de caminhar para longe
Mesmo que a minh’alma grite sossego
A noite é arrefecida sem você…
O coração de bengala aguarda seu sorriso
Como se já tivesse sentido seu calor
E os meus lábios provado dos seus
No cheiro da pele adormecido…  
E as palavras escritas se mostrassem vivas
Ao ponto de não permitir que a distância volte e traga agonia…

Li

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

domingo, 29 de janeiro de 2012


A saudade é um canto meu …
A saudade é um canto de nós….
É um pedaço de mar
Que beija a areia já querendo voltar

Quem me dera viver sem você
Quem me dera não perceber  seu lugar
Um espaço infinito moldado
Pra caber somente o teu sorriso

E no dia que juntos estivermos
Feito arara para sempre serei
Pois elas sim sao felizes
Vivem apenas para um amor ate o fim…


Li


segunda-feira, 9 de janeiro de 2012



Quando refletir se faz necessário... Quando dar um passo pode ser bom... Quando olhar para si é perceber o quanto já caminhou... Quando uma voz mexe com sua imaginação... Quando o barulho da chuva embala sua madrugada... Quando o coração arde assiduamente de vontade e de saudade... Quando o bombom merece ser degustado vagarosamente... Quando as palavras se tornam concretas... Quando o reencontro faz bem... Me diz por que hesitar...?!

                                                                              Li

domingo, 8 de janeiro de 2012



"Comece, mas sem medo. Aproxime-se da terra e deixe que ela lhe sugira a ação inicial. Olhe para as sementes e experimente cada uma delas. Construa o seu jardim aos poucos. Descubra a lógica, por você mesmo. O processo de feitura será tão belo que talvez chegue a superar a beleza final. Ou se quiser pensar diferente, e chegar ao mesmo ponto, é só pensar que a beleza final só é possível quando vista da beleza que há no processo que a tornou concreta.”

Tempo de esperas - Pe. Fábio de Melo